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sábado, 28 de abril de 2012

" Eu e você frente à frente
É o medo e o desejo
É a desconfiança e a esperança
É o grito e o silêncio
É o gelo derretendo o fogo
Eu e você frente à frente
É ter sempre que me confrontar
Encarar os meus erros e as minhas razões
As minhas verdades e as minhas ilusões
O meu poder e a minha impotência
A minha liberdade e os meus limites
Quando eu tô na sua frente
Eu sinto toda a minha dor
Mas só na sua frente eu posso sentir...
Todo meu amor. "

(Luiz Antônio Gasparetto)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Erro


‎"Nunca cometo o mesmo erro
duas vezes
já cometo duas três
quatro cinco seis
até esse erro aprender
que só o erro tem vez."

Paulo Leminski

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Encontros, Desencontros e Reencontros



  • Todo ser humano busca o amor. Alguns com medo, outros com grandes esperanças. Neste livro, a autora mostra que essa busca é constante, apesar de, às vezes, existir um receio de confiar neste sentimento que pode nos trair tão profundamente. A grande questão é "amar ou não amar?". Nesta obra, você vai ver que o custo de se envolver é alto, mas que todos precisamos correr esse risco.




  • Um trecho do livro:
    Precisamos ter coragem emocional para amar. Você abre os braços para alguém, mas quando a pessoa aceita, muitas vezes você se encolhe. E então se pergunta várias vezes se vale a pena arriscar. Depois de uma desilusão, nunca se sabe.
    Alguns desejam amar desesperadamente, outros sentem somente um medo profundo. A maioria sente-se puxada nas duas direções.
    Depois de terem se machucado, homens e mulheres não conseguem confiar novamente, muito menos se entregar. De fato, dá medo se envolver com alguém; por isso, muitos colocam o coração dentro de uma caixa preta e lacram. Sentem medo de amar e pensam "É melhor dar pouco pra perder pouco" Isso, porem, cria um vazio e onde há esse tipo de vazio, há dor. Dor emocional e existencial. Assim, com medo, sem medo ou apesar do medo, o melhor mesmo é ir tentando.
    Não é fácil aceitar o fato de que na vida não existem garantias. Por isso, damos dois passos para trás para cada passo que damos para frente...

    segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

    Sentimentos

    Litografia de típica emoção
     Vincent van Gogh, 1882
    Quem somos nós?
    Durante um papo cabeça entre leigos sobre corpo-mente, passando pelas galáxias, indo até a física quântica, muitas questões ficaram no ar, e me fizeram uma pergunta; "Se somos só corpo, de onde provem os sentimentos?" Minha resposta foi sucinta; "Do cérebro". Tudo se resume em um corpo, inclusive a alma, mente, espirito... Depois disso fiquei refletindo e fui ler sobre o assunto para poder entender melhor.

    Sentimento é um conjunto de sensações físicas e emoções, um mecanismo de autodefesa visando a perpetuação da espécie .A parte do cérebro que processa os sentimentos e emoções é o sistema límbico uma região constituída de neurônios. Os sentimentos vão promover as emoções no corpo que, estas sim, serão sentidas.Gerando algum comportamento e as expressões emocionais; chorando, rindo, odiando, amando, lutando, temendo...As emoções podem ser combinadas gerando um espectro das emoções humanas.

    Há teorias sobre a emoção que vem desde a Grécia antiga com Platão e Aristóteles. Depois filósofos como René Descartes, Spinoza e Hume. A teoria de James-Lange assegura que primeiro nós reagimos a uma situação (fugir e chorar acontecem antes da emoção) e depois nós interpretamos nossas ações através de uma resposta emocional. As teorias Neurobiológicas são descobertas feitas sobre o mapeamento neural, a emoção é um 'agradável'  ou 'desagradável' estado mental no cérebro dos mamíferos onde substâncias neuro-químicas; dopamina, noradrenalina e serotonina regulam o nível de atividade cerebral.
    No filme "Quem Somos Nós" emoção e reação química são dois lados de uma mesma moeda. Nossas emoções geram descargas químicas que chegam às células através dos receptores celulares, e essas reações químicas viciam tanto quanto qualquer droga. Assim ficamos viciados às nossas emoções .

    A última década do século XX ficou conhecida como a década do cérebro  a hipótese dualista cartesiana mente-corpo foi descartada, na medida em que todo processo psicológico passou a ser considerado também um processo biológico , corporal, atuando em cima do tecido nervoso, das sinapses e na neuroquímica do cérebro.
    A depressão caracteriza-se por uma baixa atividade neurônica devido à falta de serotonina é indicado o uso de antidepressivo.
    Ansiedade, angustia recomenda-se um ansiolítico, e pronto a vontade de viver e sorrir volta com a aplicação dessa substância química.

    E pra dor de amor? (desânimo, ansiedade, angustia, tristeza...) Deve se alternar antidepressivo com ansiolitico? E os efeitos colaterais?
    A melhor cura seria o AMOR CORRESPONDIDO, mas não há.

    quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

    Meu Deus é ateu

    Antes que me acusem de heresia e me joguem na fogueira da Inquisição, eu explico; é apenas o meu ponto de vista, não tenho conhecimento suficiente, minha intenção não é esclarecer e sim questionar sobre o assunto. Isso já basta, tô frita! kkkk
    Eu não tenho necessidade de acreditar em um Deus é só isso, mas não vejo mal nenhum em quem acredita. Tem gente que precisa de um Deus, de um santo, de um amuleto para amparar do sofrimento, eu preciso da razão e busco uma explicação.
    Fui batizada na igreja católica, como a maioria dos brasileiros, mas o catolicismo e nenhuma outra religião me atraiu, na verdade sempre foi uma incógnita pra mim aquele monte de gente repetindo as mesmas coisas e que pra mim nunca fizeram sentido. Para se dizer católico é preciso acreditar nos dogmas da igreja, que são tidas como verdades absoluta e inquestionável. Eu como não acredito;

    -Em um Deus criador.
    -Que Jesus Cristo é filho dessa divindade com uma mulher (humana).
    -Que tudo que existe foi criado por Deus a partir do Nada... etc e tal.

    -Não sou contra o uso de camisinhas, sexo antes do casamento, o aborto, o homossexualismo... Muita gente vai se tocar que não é tão católico quanto pensa, mas isso não é nenhuma campanha a favor do ateísmo.

    Depois da História da Evolução, com tantas evidências, Darwin está aí que não me deixa mentir. Muito me espanta a falta de lucidez racional nos dias atuais, acreditando nessas lendas. Meu Deus! Ops... escapou....kkkk
    Por essa razão eu me considero atéia (não que eu precise dessa classificação), não é por isso que eu discordo totalmente dos conceitos de moralidade que são metaforicamente transmitidos nas religiões (no meu caso a católica) só não é preciso a intervenção sobrenatural. Sou uma pessoa cética, tenho que ver para crer, nem no amor eu acredito, quando não há evidências, nem manifestações. Mas não me considero uma pessoa do mal, podem ficar sossegados, tem muitos ateus que fazem o bem pelo mundo( Nietz, Einstein, Galileu, Dráuzio, Freud, Saramago, Chaplin...) assim como tem muitos religiosos matando e roubando, não podemos generalizar.
    Sinto muito, mas estamos aqui por mero acaso e muita teimosia. Acredito eu que com a seleção natural e acidente genético acabamos chegando nessa espécie que por teimosia "inteligente" tem resistido as doenças e AINDA não foi dizimado da face da Terra, mas estamos com os dias contados. Não foi por falta de tentativa, a peste negra, cólera, a gripe e outras pandemias da história, além dos desastres naturais e das religiões (voltamos a ela) que são motivos de guerra e nós continuamos por aqui, haja teimosia.
    E vida após a morte? É reconfortante acreditar que um dia todos nós vamos nos encontrar lá no céu vestidos de branco serenos e na paz absoluta, mas não faz sentido nenhum. É muita pretensão! Morreu, acabou, não tem depois, como qualquer outro animal ou qualquer planta.
    Qual a nossa função aqui na Terra? Todo ser vivo tem uma...
    E essa história de vida inteligente fora da Terra? Pra mim é infinitamente pequena a possibilidade de ter existido as mesmas condições e os mesmos acasos pra ter gerado algo que se possa chamar de vida inteligente. Mas isso já é uma outra história...

    Agnes

    terça-feira, 19 de julho de 2011

    A sombra da solidão

    Está nas livrarias, em uma linda edição de capa azul com formato de envelope, o livro Carta a D., do filósofo francês André Gorz. O primeiro parágrafo diz mais ou menos assim: você está com oitenta e tantos anos, pesa 45 quilos, tem 4 centímetros a menos do que tinha quando eu a conheci e eu ainda amo você desesperadamente.

    Li essas linhas de pé na livraria e fiquei instantaneamente comovido. Quem não ficaria?

    Gorz celebra neste livro o amor de 66 anos por sua mulher, Dorine. O romance dos dois aconteceu durante um período (e em meio a um grupo de pessoas) que não ficou marcado pelo conservadorismo afetivo e sexual.

    Um exemplo: o filósofo Jean Paul Sartre, de quem Gorz era discípulo, manteve uma relação de toda a vida com a escritora Simone de Beauvoir, ao mesmo tempo em que ambos cultivavam múltiplos amantes. Eram leais um ao outro, mas profundamente libertinos.

    Gorz, do contrário, suicidou-se junto com a mulher em setembro de 2007, deixando na porta da casa deles um bilhete para que se chamasse a polícia.

    Foram somente os dois, até o fim , como na crônica de Vinícius de Moraes: "gostaria que morrêssemos juntos e fôssemos enterrados de mãos dadas, e nossos olhos indecomponíveis ficassem para sempre abertos, mirando muito além das estrelas".

    Logo Vinícius, que parecia incapaz de amar uma mesma mulher por mais do que alguns meses.

    Quando olho em volta, quando ouço meus amigos e amigas se queixando, tenho impressão de que somos muito mais parecidos com Vinícius do que com Gorz.

    Nossos amores não duram, nossos romances se sucedem, as rupturas nos atordoam e machucam, mas se repetem, inexoravelmente.

    Habitamos um mundo de ansiedade e busca permanentes, interrompidas de quando em vez por pequenas tréguas reparadoras, mas breves.

    Depois de rirmos do casamento vitalício de nossos pais e avós, parecemos condenados a sofrer do mal inverso: a sombra da solidão constante, a intranquilidade como regra, a incapacidade de manter relações duradouras.

    Por quê?

    Em primeiro lugar, porque esperamos demais da vida, sobretudo das relações afetivas.

    Queremos tudo. O prazer, o amor, a troca inteligente e os planos de longo prazo. Queremos a segurança e a sensação de aventura no mesmo pacote. O melhor sexo e mais resoluta fidelidade. Suspeito que desaprendemos a arte de viver com menos do que se deseja. Esquecemos como é esperar e suportar. É tudo agora. É tudo ou nada. E tem sido nada para muitos.

    Claro, somos enormemente egoístas se comparados às gerações anteriores.

    Quando se trata de amor, nossa satisfação vem antes de qualquer outra coisa: a família, os filhos, os sentimentos daqueles que se envolvem conosco. O direito à felicidade se impõe sobre tudo mais. Ele é talvez o principal objetivo da maior parte da humanidade: ser feliz. Mas quem sabe o que isso significa nos dias que correm?

    Não sei de vocês, mas eu estou cercado de pessoas que se queixam da vida afetiva. Há uma amiga que não consegue se livrar de um cara meio traste e está adoecendo de inquietação. Eu disse pra ela outro dia: amor não é crack, não pode ser um vício tão destrutivo. Mas às vezes é.

    Outra amiga casou pela segunda vez com um sujeito que parecia perfeito, mas que ela não amava. Deu errado. Ela sofre pra burro, suponho que o rapaz também. Me disse a amiga outro dia: os homens legais estão casados ou namorando. Por que todos têm essa sensação se tantos estão sozinhos?

    Ontem falei com uma ex-namorada que ama um homem casado. Há dois anos se relaciona com ele, entre crises terríveis de raiva e vergonha de si mesmo. Ontem ela me disse que acabou. A ver.

    Há o amigo que tenta há semanas namorar uma moça que não quer namorar – e sofre. Eu digo a ele que relaxe, aproveite assim como está, descompromissado, mas ele – como qualquer bípede na Terra – precisa se sentir amado, não gentilmente esnobado. Pode acabar terminando o que nunca começou.

    O que fazer com essa multidão sem par?

    Eu não sei. Minha analista não sabe. Os meus amigos não fazem ideia. Não dá pra fechar a caixa de pandora das nossas aspirações, mas não podemos ser sufocadas por elas.

    Eu sugiro tentar e tentar e tentar ainda outra vez. Sobretudo, tentar fazer diferente: com outro tipo de pessoa, com outro tipo de abordagem, com mais paciência, com menos pressa, com mais atenção no outro (que é sempre um exercício delicioso).

    Não é possível que neste mundo imenso não haja alguém que complemente (ainda que temporariamente) cada um de nós, bípedes afetuosos e (potencialmente) felizes.

    (IVAN MARTINS editor-executivo de ÉPOCA)

    domingo, 19 de junho de 2011

    Para entender os outros

    Viver é complicado? É, um pouco. E como tornar a vida mais fácil? Entre outras coisas, aprendendo que todos nós temos um código e, quando passamos a conhecer o nosso, e o dos outros, tudo fica mais suave. Dentro da família podemos ter mãe, pai, dois irmãos, três tias, cinco primas, marido, filhos... É preciso entender o idioma de cada um para não viver num planeta em que cada pessoa fala uma língua diferente. Sabe quando você ouve no telefone a frase “então te ligo; quem sabe a gente vai jantar?”. Pois isso talvez queira dizer várias coisas: pode ser apenas uma desculpa para desligar o telefone, pois o assunto não está interessando; pode ser que a pessoa esteja esperando uma ligação e não queira ocupar a linha; pode ser que tenha começado o telejornal, e mais 300 razões diferentes, algumas inimagináveis. Os horários, por exemplo: um encontro marcado para nove da noite pode significar nove e meia; entre dez e meia e onze; e em alguns casos até nove horas mesmo. Agora, se você conseguir decodificar o idioma da pessoa, não vai se irritar de ficar esperando duas horas, porque já sabe que, quando ela diz nove, está querendo dizer onze, certo? São essas filigranas que desgastam a relação e você deve fazer todos os esforços para evitar que isso aconteça.
    Um capítulo sujeito a muitos mal-entendidos é o do amor. Quando um homem diz “eu te amo”, é possível traduzir isso de umas 500 maneiras, só que as mulheres costumam ouvir sempre da mesma. A mais frequente é ele dizer um “eu te amo” e ela ouvir um “quero me casar com você”, sendo que a maior parte das vezes ele diz “eu te amo” querendo dizer “quero transar com você”. Complicado? Nem tanto; apenas uma questão de tradução. Essa declaração de amor pode também querer dizer que ele está te amando profundamente naquele momento, e não que esteja propondo fundar um lar. E dependendo de quantos copos de vinho ele tiver tomado, da luz e da música que estiver tocando, pode até pintar uma proposta de morarem juntos, o que não quer dizer que você deva levar ao pé da letra. E é melhor mesmo que não leve. Mas as mulheres adoram ser pedidas em casamento, e a qualquer sinal de vitória – porque é uma vitória – passam a amarrar a coisa. Costumam começar com um “na sua casa ou na minha?” e, dependendo, mais uma vez, de estarem na segunda ou terceira garrafa de vinho, dali meia hora ela já está falando na decoração, se vão usar o mesmo computador ou se é melhor cada um ter o seu. Quanto a ele – todos sabem que o álcool provoca amnésia, principalmente no homem. Ele sai todo lampeiro, volta para seu adorado espaço, a coisa mais preciosa que acha que tem, e vai ficar surpreso quando telefonar na quarta-feira perguntando “vamos pegar um cineminha?”, e ela atender de mau humor. Se um dia homem e mulher falarem a mesma língua podem começar a se entender. Mas nem todas as coisas têm de ser traduzidas, porque aí pode ficar tudo tão sem graça que o amor desapareça da face da Terra.

    Danuza Leão

    terça-feira, 10 de maio de 2011

    Três macaquinhos


    Os macaquinhos, conhecidos como 'Três Macacos Sábios', ilustram a porta do Estábulo Sagrado, num templo do século 17 localizado na cidade de Nikko, no Japão. Sua origem é baseada em um trocadilho japonês. Seus nomes são 'mizaru' (o que cobre os olhos), 'kikazaru' (o que tapa os ouvidos) e 'iwazaru' (o que tampa a boca), que na língua é traduzido como 'não veja o mal', 'não ouça o mal' e 'não fale o mal'. A palavra 'saru', em japonês, significa 'macaco' e tem o mesmo som de negação nessa terminação 'zaru'.
    O folclore japonês diz que a imagem dos macacos foi trazida por um monge budista chinês, no século 8. Apesar disso, não há comprovação dessa suposição.

    Isso pode ser aplicado no dia-dia, tem muitas coisas que é melhor não ver, não ouvir e não percamos tempo falando sobre coisas inúteis. Em certos casos, ignorar pode ser a melhor solução.

    quinta-feira, 5 de maio de 2011

    Dia das crianças

    Dia 5 de maio, feriado nacional é comemorado o dia das crianças, mais especificamente dia dos meninos no Japão. Hasteando o Koinobori que consiste num enfeite de carpas que simbolizam força, persistência, bravura, sucesso e obstinação. O Koinobori é erguido no lado de fora da casa, a uma altura acima da linha do telhado. A carpa preta representa o pai, a carpa vermelha o primogênito, o segundo é a carpa azul, o terceiro a verde...



    Sushi e família reunida pra comemorar.
    

    terça-feira, 26 de abril de 2011

    Os Três Crivos

    "Na luta, morre-se de cicuta!" - Sócrates

    As Três Peneiras de Sócrates
    Augustus foi ao encontro de Sócrates levando ao filósofo uma informação que julgava de seu interesse:
    - Quero contar-te uma coisa a respeito de um amigo teu!
    - Espera um momento – disse Sócrates – Antes de contar-me, quero saber se fizeste passar essa informação pelas três peneiras.
    - Três peneiras? Que queres dizer?
    - Vamos peneirar aquilo que quer me dizer. Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me é verdade?
    - Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade.
    - A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira da bondade. Ou não?
    Envergonhado, o homem respondeu:
    - Devo confessar que não.
    - A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo?
    - Útil? Na verdade, não.
    - Então, disse-lhe o sábio, se o que queres contar-me não é verdadeiro, nem bom, nem útil, então esqueçamos o problema e não te preocupes com ele, já que de nada valem casos sem edificação para nós, melhor que o guardes apenas para ti.

    segunda-feira, 4 de abril de 2011

    Os cheiros

    Existem cheiros inesquecíveis. Cada pessoa tem seus prediletos. E basta uma mínima lembrança para que tudo volte: a temperatura do momento, a felicidade ou a tristeza que se sentia, as imagens de quem estava perto, tudo. Tudo. Cheiros podem ser alegres ou tristes. Era muito bom quando se entrava em casa depois do colégio, logo antes do almoço, e se sentia o cheiro do refogado – alho, cebola e tomate – para fazer o picadinho ou o bife de panela enrolado no bacon e preso por um palitinho. Quantos segundos você leva para atravessar o tempo e voltar aos seus 11 anos?
    Lembra quando há muitos, muitos anos, você ia passar as férias na fazenda? Ah, uma fazenda tem aromas absolutamente inesquecíveis: o do capim, o da terra depois da chuva, o do estábulo onde se ia de manhã bem cedo tomar o leite tirado da vaca, ainda morno, numa canequinha de alumínio. E o cheiro da tangerina? Aliás, tangerina não, mexerica; aquela pobrinha, modesta, de casca fina, que deixava a mão cheirando durante três dias. Esse é um cheiro muito alegre. O cheiro do bolo saindo do forno é para sempre – bolo de tabuleiro, cortado em losangos, com cobertura de açúcar com limão, e um detalhe precioso: naquele tempo, por mais que se comesse não se engordava, e em cima da mesa havia sempre um vidro de fortificante para abrir o apetite. Que felicidade ter tido uma infância no interior! Mas existem outros aromas não ligados ao paladar e também inesquecíveis. O cheiro do mar quando se chega em Salvador – uma licença poética, com licença. E você já teve uma tia-avó que morava numa casa bem arrumada, cujo assoalho era encerado toda semana? O brilho era dado a mão, com uma escova de cabo alto como uma vassoura, e era chegar e ouvir: “Cuidado para não escorregar”. Que cheiro limpo, honesto, que cheiro de gente direita. Será que isso ainda existe?
    Mas há também os cheiros angustiantes: os de hospital, de sala de cirurgia. Muito cheiro de flor você sabe o que lembra – melhor não falar disso. E existem os perfumes ricos: de carro novo, de um bom fumo de cachimbo. E vamos combinar: cheiro de alho é bom na cozinha, de sexo no quarto, e é proibido misturar. Por falar nisso, o cheiro do homem que se ama, depois do amor, é melhor nem lembrar para não desmaiar de saudade.
    As cidades também têm seu cheiro, cada uma muito particular: se você for levada, de olhos vendados, para o Bloomingdale’s, sabe na hora que está em Nova York. E se respirar um aroma de cominho misturado a curry e a canela vai saber que está no souk de Marrakesh.
    Mas existe um cheiro que só as mulheres conhecem. É o que elas sentem quando estão enxugando seus bebês depois do banho. É preciso que não haja uma só pessoa por perto num raio de 200 metros para não haver interferência de qualquer ordem. Sem nenhuma presença estranha – nem mesmo a do pai –, mãe e filho poderão dizer bobagens e rir de coisas que só eles vão entender. Depois do talco, a mãe vai botar o nariz no pescoço de sua cria e cheirar com todos os seus cinco sentidos. No princípio timidamente, mas cada vez mais forte, até quase arrebentar os pulmões de tanto amor. Na hora a gente não sabe, mas um dia vai saber: não existe nada igual a esse cheiro nem a esse momento, e nunca vai haver um melhor. Porque esse é o cheiro da vida.

    Danuza Leão

    sábado, 12 de fevereiro de 2011

    Ler


    Ler é cultura... nem sempre, as vezes é uma tremenda perda de tempo.
    Não estou aqui fazendo nenhuma apologia contra a leitura, mas escolher com cautela. Tem muito lixo literário sendo publidado e o pior ganhando rios de dinheiro.

    Ai que prazer, ter um livro pra ler e não o fazer... eu tenho doze livros começados, doze prazeres, me disseram que sou de outro mundo, estou começando a acreditar nessa teoria. kkk...É ansiedade de querer transpor a barreira do tempo, querendo fazer muitas coisas simutaneamente.

    Tenho medo de ler e chegar a conclusão que foi perda de tempo e acabo perdendo esse tempo de outra forma inútil.
    Tenho uma raiva quando assisto um filme porcaria, me dá vontade de reinvindicar minhas duas horas perdidas, mas como saber se não arriscar?
    Alguns livros consegui chegar ao final, cheguei a ficar presa querendo terminar logo pra desvendar os mistérios; como aconteceu com o "Código da Vinci".  "Amestrando Orgasmos" curti ler, Ruy Castro escreve de uma forma gostosa e divertida, "Ao som do mar e à luz do céu profundo" do Nelson Motta "O purgatório" do Mário Prata também é divertido. "O caçador de pipas" "Comer, rezar e amar", "Na pele de um intocável" gostei e recomendo, "Como me tornei estúpido" é uma auto-ajuda pra quem pretende ser um...kkk, brincadeirinha! um livro cheio de humor. Admiro o trabalho do introvertido Luis Fernando Veríssimo, mas não consigo me prender na sua escrita. F.Gikovate também admiro, mas não concordo com o ponto de vista dele. (quanta ousadia!) "Amor é proza, sexo é poesia" do Jabor, é ótimo. "Metamorfose" um alerta ao comportamento humano.

    "Mais platão, menos prozac" não consegui passar da pag.96 e parece que o livro ainda não começou,"Zonas úmidas" oh , livrinho nojento! Porque eu comprei? É o que tenho me perguntado. "O sol nasce para todos" foi indicado por uma amiga, ainda estou patinando na pag.18. "O morro dos ventos uivantes" pag.67, um clássico da literatura, me embaralho com os nomes e não consigo me identificar com o sec.XVIII, apesar de que "Madamy Bovary" eu gostei, li até o final e me senti a própria, vou mudar o meu final...rss, entra século, sai século e a história se repete. "Leite derramado" do Chico, ainda estou na pag.29, mas não gostei, quem sabe possa ficar interessante mais pra frente?! "A corrida do membro" pag.95, é bobinho, "Selva de batom" pag.18, cascudo, um mundo que não me pertence. "O sentido da vida" Dalai Lama, pag.7, mas tem 40 pag. de introdução, pra você ver, não é nada fácil entender o sentido da vida. Antes de dormir gosto de ler um soneto, ou Nelson Rodrigues "A vida como ela é... " Mas eu estou "No buraco" pag.47 do Tony Belloto e "Orgulho e preconceito" está na lista de espera entre outro. Li até os da Bruna Surfistinha, mas não é perda de tempo, em menos de duas horas terminei de ler, sério!

    Quem vê pensa que sou uma devoradora de livros, pelo contrário, sei da sua importância, mas não leio muito, gostaria de ler mais, tenho muitos livros como se fosse entrar por osmose na minha cabeça dura. Seria ótimo, não? Eita preguiça da moléstia! Chega de bla bla blá e vamos lá!

    Agnes

    domingo, 9 de janeiro de 2011

    Dia da maioridade

    O Dia da Maioridade (Seijinshiki) é comemorado todos os anos na segunda segunda-feira de janeiro, esse ano será dia 10 de janeiro. A maioridade no Japão é obtida aos 20 anos, Os jovens estão aptos a votar, fumar e ingerir bebidas alcoólicas, passam a possuir todos os direitos e deveres de adulto.
    Cerimônias são realizadas nas prefeituras e os novos adultos são convidados a comparecer. Muitas mulheres comemoram a data vestindo quimonos especiais (furisode), que são herdados ou alugados especialmente para a data. Alguns homens também se vestem tradicionalmente, mas a maioria opta pelo estilo social, terno. Após as cerimônias, os jovens seguem para festas ou vão para bares com amigos festejar.
    Amanhã os meus bebes comemoram a maioridade, já são adultos e tenho muito orgulho, não foi fácil, mas conseguimos...
    Omedetoo!

    terça-feira, 30 de novembro de 2010

    Tatuagem

    Há três coisas que não ficam ocultas por muito tempo:
    O sol, a lua e a verdade ... (Confúcio)


    Há mais de 3500 anos atrás, a tatuagem já existia como forma de expressão da personalidade ou de indivíduos de uma mesma tribo. Não havia aborígine que não se tatuasse.

    Na era moderna, a tatuagem passou por vários anos de marginalidade. No  Japão ainda é associada a Yakuza, poderosa máfia japonesa, sendo estritamente proibida em piscinas, furô e academias de ginástica. Essa  concepção tem mudado entre os jovens, a passos de tartaruga.

    Tem deixado de ser um símbolo de marginalidade, e visto como forma de expressão individual de arte e estética do corpo.




    Minha tatuagem é uma eclipse, fiz porque quis, sem um motivo especifico.
    O sol é o astro rei, a maior estrela central do nosso sistema solar, esfera de fogo, fonte de calor e luz. Representa a presença indireta do divino, e é tido para muitas tribos como sagrado, sendo muitas vezes o sol reverenciado no próprio corpo.
    Para o filósofo grego Platão, simbolizava a razão. Também significa fonte de vida, sabedoria e o poder da criação. Sem ele nenhuma forma de vida existiria. 
    A Lua não tem brilho próprio: a luz da Lua que a gente vê é, na verdade, a luz do Sol refletida pela superfície lunar.

    consumismo

    Natal chegando, época do ano propícia pra se pensar sobre o assunto.
    Herdo os genes dessa “a sociedade de consumo”, vítima da manipulação do marketing, compro mais coisas do que preciso, principalmente roupas, por outro lado tenho dado a minha contribuição irrisória pra economia capitalista do país.
    Mas sou bastante controlada, penso muito antes de comprar e passo a impressão de ser indecisa, confesso; é difícil resistir a tentação. De um lado o diabinho dizendo "vai compra, compra!" e do outro o anjinho dizendo " vc realmente precisa disso? Vai ser útil?"  E aqui, com a falta de espaço isso se torna um grande tormento.
    O ideal é consumir para sobreviver, sabendo distinguir o que é supérfluo, do que é indispensável. Mas o que é supérfluo pra mim, pode ser indispensável pra você esse é o X da questão.
    Acho que o consumismo complulsivo, é mais comum do que se imagina, é uma forma de suprir carências psicológicas, afetivas e emocionais, uma busca pela satisfação instatânea, satisfação essa nunca suprida, gerando mais frustração e entrando num ciclo vicioso. Os sinais mais evidentes do transtorno aparecem quando se gasta mais do que se pode numa urgência descabida, olhos brilham e o desejo é incontrolável.
    É difícil eu ficar deslumbrada com coisas caras e não consigo entender a adoração que lhe é atribuída. Carros importados, marca tal, modelo tal, pra mim basta ter quatro rodas e o mínimo de conforto, o resto é ostentação, só pelo prazer de mostrar e causar boa impressão, ou uma satisfação momentânea ao adquirir o produto cobiçado, perdendo o valor logo em seguida.

     “Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz !”
    Sócrates

    "Todos comem e bebem; são poucos os que sabem distinguir os sabores. "
    Confúcio

    Assista ao filme: "Delírios de Consumo de Becky Bloom"



    Antes de colocar a mão no bolso vamos colocar a mão na consciência!

    terça-feira, 23 de novembro de 2010

    Vaidade

    "Tudo É Vaidade" (C. Allan Gilbert)



    Nos lembrando que a beleza é tão apenas transitória à luz da nossa própria mortalidade




    Vaidade feminina não tem idade
    Qual a mulher que não é vaidosa?
    Qual a mulher que não quer se sentir gostosa?



    A vaidade é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas. Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada. Mostra com extravagância seus pontos positivos e esconde seus pontos negativos.

    A vaidade é mais utilizada também hoje para estética, visual e aparência da própria pessoa. A imagem de uma pessoa vaidosa estará geralmente em frente a um espelho, a exemplo de Narciso.
    Uma pessoa vaidosa pode ser gananciosa, por querer obter algo valioso, mas é só para causar inveja aos outros.
    O que pelas lentes de alguns é asseio, glamour, fantasia, amor ao belo ou elevação da auto-estima, pelas lentes de outros pode parecer vaidade.

    A vaidade é considerada o mais grave dos pecados capitais.

    É as expectativas que as pessoas venham preencher as nossas necessidades. É também querer parecer alguma coisa, para ter uma resposta positiva dos outros.


    Auto-estima tem a ver consigo mesmo. É estar feliz com o próprio desempenho.
    A vaidade é totalmente diferente. Depende de observadores externos. Não tenho nada contra este tipo de prazer, desde que as pessoas não se iludam e lhe atribuam uma importância indevida.
    É evidente que existem condições nas quais a auto-estima e a vaidade caminham na mesma direção.
    Vaidade depende apenas do mundo das aparências, ao passo que a auto-estima depende da nossa essência. E aqui não existe a possibilidade de engano, pois podemos iludir os outros, mas não a nós mesmos.
    Dr. Flávio Gikovate

    O meu conceito sobre vaidade é diferente, eu não considero a vaidade o mais grave dos sete pecados capitais, a vaidade é uma necessidade, não a vaidade excessiva, a falsidade, a arrogância, mas nós precisamos estar satisfeitos com o espelho, precisamos nos gostar, nos cuidar, ter amor próprio e isso eleva nossa auto-estima, isso pode causar admiração ou inveja, essa sim é mais grave, mas esse é outro pecado e não há nenhuma ligação por parte do vaidoso. Precisamos de elogio e reconhecimento, não só pelo lado estético, é importante como insentivo e isso é algum pecado?

    sexta-feira, 12 de novembro de 2010

    Fases

    Mulher é bicho esquisito, como disse Rita Lee. Eu mudo de humor ao decorrer do dia. Tenho minhas fases, como a lua, faço mil bobagens, conforme o ciclo isso se intensifica. Camaleoa...de "a melhor" companhia passo a ser "a pior".  As vezes sensível, carinhosa, cheia de dengo depois triste, chorona, angustiada, procurando razões e complicações, passando pra depressão, raiva, muito irritação, implico com absolutamente tudo. "Tá olhando o que,hein?" kkkk... pavio curto prestes a estourar, deixando tudo de pernas pro ar, salve-se quem puder... vindo a douçura apaziguar, loba no cio, furação, sedução tomando o seu lugar. Nessa gangorra de emoções, precisamos de compreensão. Sabendo identificar, temos consciência que vai passar, ficando mais fácil de nos aguentar, com muito carinho e mil beijinhos vamos superar.

    Há TPMs que comprometem o relacionamento familiar e até o emprego, exercícios físico e alimentação equilibrada rica em isoflavona, pode ajudar.
    Algumas mulheres optam pelos métodos anticoncepcionais pra amenizar os sintomas, tenho amigas que usam o Mirena (DIU de progesterona) mas há uma baixa na libido, eu prefiro deixar a minha taxa de feromônio onde está. E dali isoflavona! kkkk
    Esse video ilustra muito bem as nossas fases.

    sexta-feira, 29 de outubro de 2010

    A linguiça

    A MAIS PURA VERDADE...


    A medida que envelheço e convivo com outras, valorizo mais ainda as mulheres que estão acima dos 30. Elas não se importam com o que você pensa, mas se dispõem de coração se você tiver a intenção de conversar. Se ela não quer assistir ao jogo de futebol na tv, não fica à sua volta resmungando, vai fazer alguma coisa que queira fazer...

    E geralmente é alguma coisa bem mais interessante. Ela se conhece o suficiente para saber quem é, o que quer e quem quer. Elas não ficam com quem não confiam. Mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem.

    Você nunca precisa confessar seus pecados... elas sempre sabem... Ficam lindas quando usam batom vermelho. O mesmo não acontece com mulheres mais jovens... Mulheres mais velhas são diretas e honestas.

    Elas te dirão na cara se você for um idiota, caso esteja agindo como um!

    Você nunca precisa se preocupar onde se encaixa na vida dela. Basta agir como homem e o resto deixe que ela faça... Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 anos! Infelizmente isto não é recíproco, pois para cada mulher com mais de 30 anos, estonteante, bonita, bem apanhada e sexy, existe um careca, pançudo em bermudões amarelos bancando o bobo para uma garota de 19 anos...

    Senhoras, eu peço desculpas! Para todos os homens que dizem: "Porque comprar a vaca, se você pode beber o leite de graça?", aqui está a novidade para vocês: Hoje em dia 80% das mulheres são contra o casamento e sabem por quê?

    "Porque as mulheres perceberam que não vale a pena comprar um porco inteiro só para ter uma lingüiça!". Nada mais justo!

    Arnaldo Jabor

    Qualquer semelhança é mera coincidência.

    sexta-feira, 22 de outubro de 2010

    preconceito

                               Christina Aguilera - Beautiful
                     A música é bonita e o clique vale a pena.
     O vídeo mostra a realidade de vários grupos sociais que sofrem com o preconceito diariamente; anoréxica, góticos, homossexuais e travestis.
     A cobrança é grande na sociedade em que vivemos, conduta"certa", manequim 38, corpo sarado, títulos, nomes, posses, padrão de beleza, casamento feliz, filhos, quantidade de transas, quantidade de orgasmos e mais uma infinidade de conceitos que foram se formando com o tempo, que nos gera insatisfação.
    Surge o preconceito social, racial e sexual, onde quem foge a regra imposta é recriminado, com apelidos pejorativos, com intuito de rebaixar o outro, para se sobressair, gerando a violência.
     O preconceito parece uma doença que está impregnado em nós,mesmo os que dizem não ter e até os que sofrem algum tipo de  preconceito, no fundinho sempre tem um pouco, não vou ser hipócrita de dizer que não tenho, mas procuro não ter, acabando com crendices e adquirindo mais conhecimento.
    "Ver primeiro falar depois,conhecer primeiro julgar depois"
     Cada um tem o direito de ser feliz a sua maneira e deve ser respeitado pela sua opção de vida. Entender, respeitar as diferenças e amar o próximo, acredito eu que seja o caminho.
    You are beautiful no matter what they say
    O que você acha sobre isso?  Dê sua opinião!